sábado, 19 de fevereiro de 2011

Conteúdos 2011

Esses são os conteúdos que serão aplicados esse ano:
Unidade 6 - Ideologia e cultura (I Trimestre)
Capítulo 18 - Dois conceitos e suas definições.
Cap. 19 - Mesclando cultura e ideologia.
Cap. 20 - Cultura e Indústria cultural no Brasil.
Unidade 7 - Mudança e transformação social (II Trimestre)
Capítulo 21 - Mudança social e sociológica.
Cap. 22 - Revolução e transformação social.
Cap. 23 - Mudança e transformação social no Brasil.
Revisão Geral (III Trimestre)
Capítulo 4 - O trabalho nas diferentes sociedades.
Cap. 5 - O trabalho na sociedade moderna e capitalista.
Cap. 10 - Como surgiu o Estado Moderno.
Cap. 11 - O poder do Estado.

7 comentários:

  1. Revolução Chinesa:A revolução chinesa foi uma luta nacionalista , no começo do seculo xx afim de que os chineses comandassem a China sem intervenção de nenhum outro país tendo uma vitória socialista.Na primeira etapa da revolução chamada de nova democracia ,as grandes e médias propriedades rurais foram sendo confiscadas pelo Estado e entregues aos camponeses.A reforma Agrária foi muito importante para diminuir a pobreza no país.Milhões de pessoas que antes viviam entulhadas nas favelas da periferia de Xangai e Pequim ganharam terra para trabalhar.Também foi organizado um gigantesco movimento de educação popular,que alfabetizou dezenas de milhões de adultos.As mulheres ,que ate então eram eram tratadas como servas domésticas,ganharam igualdade de direito com os homens.Sem dúvida era uma nova China que estava nascendo.De 1958 a 1962 os chineses arriscaram um Grande Salto para frente,que era um ambicioso plano de desenvolvimento econômico.Eles chegaram a sonhar em se tornar um país desenvolvido no prazo de apenas 10 anos.Os camponeses se organizaram em grandes cooperativas chamadas comunas rurais.Cada um era uma fazenda coletiva (onde tudo pertencia a todos ,onde trabalhavam em cooperação)com milhares de familiais camponesas.Porém o sonho mostrou-se incompatível com a dura realidade.Não havia recursos suficientes para que as comunas rurais pudessem ter todo os serviços que projetaram.Para piorar aconteceram grandes enchentes,que destruíram plantações e provocaram fome.O Grande Salto para frente tinha fracassado.O resultado foi uma terrível epidemia de fome,que matou milhares de pessoas.

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  2. revolução cubana:Sendo uma das últimas nações a se tornarem independentes no continentes americano,Cuba proclamou a formação de seu Estado independente sob o comando do intelectual José Marti e auxílio direto das tropas norte americanas.A inserção dos nortes americanos neste processo marcou a criação de um laço político que pretendia garantir os interesses dos EUA na ilha centro americana.Uma prova dessa intervenção foi a Emenda Platt,que assegura o direito da intervenção dos Estados Unidos no país.Dessa maneira Cuba pouco a pouco foi se tronando quintal de grandes empresas estadunidenses.Essa situação contribuiu para a instalação de um Estado fragilizado e subserviente.De fato ao longo de sua história depois da independência,Cuba sofreu várias ocupações militares note americanas,até que ,na década de 1950 o general Fulgêncio Batista empreendeu um regime ditatorial explicitamente apoiado pelo EUA.Com isso o governo cubano acabou a profundando sua independência com as nações socialistas, e, durante muito tempo, sustentou sua economia por meio de auxílios
    e vantajosos acordos firmados a União Soviética.Em 2008 com a saída do presidente Fidel Castro do governo e a eleição do presidente Barack Obama,vários analistas políticos passaram a enxergar uma possível aproximação entre Cuba e os Estados Unidos Da América.

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  3. Revolução Mexicana: Pretendendo implantar um programa de governo que realizasse o desenvolvimento mexicano, baseado na ciência e na técnica, recorreu ao capital estrangeiro. As explorações petrolífera e mineradora foram entregues às companhias inglesas e norte-americanas; houve a manutenção dos latifúndios, que passaram a ser explorados, também por estrangeiros; a comunidade indígena, o ejido, desapareceu, pois o governo passou a exigir o título de posse das terras (Lei dos Baldios, de 1893-1902). Como os indígenas não possuíam tais títulos, o governo confiscou as terras e as vendeu a latifundiários e empresas estrangeiras. Apesar dos altos índices de crescimento do país, a maioria da população vivia em franco processo de empobrecimento, resultado da grande entrada de capitais estrangeiros, característica típica dos países dependentes.

    A política social do Porfiriato consistiu em uma repressão constante à população, inibindo e dividindo os grupos menos favorecidos pelo crescimento econômico do país. As tradições culturais indígenas foram substituídas pela influência estrangeira, que as desprezava.
    Desse desenvolvimento nasceu uma classe média que exigia reformas democráticas e o direito de participação política. A elite mexicana também não estava satisfeita, pois grande parte da riqueza foi parar em mãos estrangeiras, e, além disso, o grande avanço econômico não foi acompanhado por uma modernização institucional, pois Porfírio Díaz era, de fato, um ditador. O Porfiriato era um modelo desgastado até mesmo para os Estados Unidos, que investiam no México. Díaz, ao buscar investimentos europeus para neutralizar a influência norte-americana, perdeu o apoio desse importante aliado, que passou a incentivar a oposição a Díaz.
    Em maio de 1911, Porfírio Díaz renunciou e Madero assumiu provisoriamente a presidência da república, que lhe foi confirmada em eleições no mesmo ano. As expectativas em torno do governo a ser realizado por Madero eram enormes pois para que seu movimento se concretizasse contou com um amplo apoio social, principalmente das camadas populares. Porém, à medida que o tempo ia passando, Madero mostrava-se extremamente moderado diante das reivindicações das camadas populares e, ao mesmo tempo, extremamente benevolente com os antigos adeptos do porfiriato - que permaneceram em cargos governamentais.
    Quando Carranza passou a ocupar a presidência do país, seus seguidores lançaram-se contra o estado de Morellos, em 1916. Nesse mesmo ano reuniu-se a constituinte, que promulgou a Constituição em 1917. Um retrocesso era visível no processo revolucionário, marcando a vitória da elite sobre as camadas populares.

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  4. Revolução Chinesa

    Chama-se de Revolução Chinesa o movimento nacionalista que derrubou a dinastia Manchu, em 1911, proclamando a república. A revolução foi chefiada por Sun Yat-sen, primeiro presidente das Províncias Unidas da China.

    Durante o século XX na China iniciou-se uma tentativa de derrubada de valores de dominação e exploração do povo chinês, submetidos desde o século XIX, a várias potências imperialistas, especialmente após a Guerra do Ópio.A China, no final do séc XIX era um país submetido aos interesses das principais potências imperialistas.

    Os chefes locais controlavam junto com outros grandes proprietários de terra, cerca de 88% das áreas produtivas.

    Durante o século XIX a China se transformou em área de dominação das potências capitalistas.

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  5. Revolução Russa

    A industrialização da Rússia ocorreu com atraso de mais de um século em relação à Inglaterra, mas foi favorecida pelo fim da servidão, que liberou mão-de-obra, e pelos investimentos estrangeiros.

    As péssimas condições de trabalho levaram os operários a se organizarem em torno de partidos com ideais socialistas. Divergências internas dividem o POSDR em bolcheviques e mencheviques.

    Durante reprimidas, as rebeliões populares de 1905 fortaleceram as organizações partidárias e preparam o povo para a revolução.

    A Primeira Guerra Mundial enfraqueceu ainda mais o governo Nicolau II. Em dois anos de luta, seu exército sofreu 7 milhões de baixas, entre mortos, feridos e desetores. A população civil padeceu com a fome e o desemprego.

    Em fevereiro de 1917, o czar abdicou e foi instalada uma república liderada por Kerensky. Em novembro, os bolcheviques comandados por Lênin e Trotsky tomam o poder. Logo após, assinam a paz com a Alemanha, efetuam uma radical reforma agrária e nacionalizam bancos, indústrias e meios de transportes.

    Os russos-brancos, apoiados pelas potências capitalistas (Inglaterra, França e EUA), resistem e iniciam uma sangrenta guerra civil que dura três anos (1918-1921), mas é vencida pelo Exército Vermelho.

    Depois de duas guerras, a economia russa estava arrasada. Para recuperá-la, Lênin adotou a NEP, afrouxando alguns controles sobre os investimentos estrangeiros, o excedente agrícola e as pequenas empresas (menos de vinte funcionários).

    Em 1924, Lênin morreu e foi substituído por Stálin, que passou a perseguir todos os seus adversários (principalmentos os adeptos de Trotsky), condenando centenas de milhares à morte e milhões ao exílio na Sibéria. Suprimiu A NEP e adotou os planos qüinqüenais. A URSS tornou-se, assim, uma grande potência.

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  6. A Independência dos EUA: É considerada a primeira revolução americana (a segunda foi a Guerra de Secessão, também nos Estados Unidos). Ela foi um marco na crise do Antigo Regime porque rompeu a unidade do sistema colonial.

    As treze colônias americanas se formaram a partir do século XVII. Nos fins do século XVIII, havia 680 000 habitantes no norte, ou Nova Inglaterra: Massachusetts, Nova Hampshire, Rhode Island e Connecticut; 530 000 no centro: Pensilvânia, Nova York, Nova Jersey e Delaware; e 980 000 no sul: Virgínia, Maryland, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia. Ao todo, mais de 2 milhões de colonizadores.
    Manufaturas e policultura trouxeram desenvolvimento econômico e o excedente logo buscou os mercados do sul, dependente da metrópole, para onde exportava tabaco, anil e algodão e de onde importava manufaturados e demais produtos. Com esse tipo de economia, no sul prevalecia a grande propriedade escravista, com reduzido trabalho livre e monocultura voltada à exportação.
    As leis inglesas de navegação não impediam o desenvolvimento da colônia porque não eram aplicadas. Mas quando o comércio colonial começou a concorrer com o comércio metropolitano, surgiram atritos que culminaram com a emancipação das treze colônias.
    A política repressiva dos ingleses, aliada a fatores culturais, como a influência do iluminismo, teve papel importante no processo revolucionário americano. George Grenville, primeiro-ministro inglês, decidiu colocar na colônia uma força militar de 10000 homens, acarretando uma despesa de 350000 libras. O Parlamento inglês aprovou duas leis para arrecadar um terço da quantia: a Lei do Açúcar (Sugar Act) e a Lei do Selo (Stamp Act).
    Até 1763, o governo inglês havia estimulado a ocupação das terras rumo ao oeste, como forma de combater as pretensões francesas e espanholas. Desaparecidas as ameaças, seria preferível conter a população no litoral, para facilitar o controle político-fiscal. Além disso, os ingleses controlavam o comércio de peles com os índios e não desejavam a intromissão dos colonos. Por fim, agora que as terras estavam valorizadas, a Coroa podia passar a vendê-las. Tais motivos explicam a Proclamação Régia de 176, que demarcava as terras além dos Aleghanis como reserva indígena. Em 1764, a Coroa completou a política de contenção do pioneirismo com o Ato de Quebec, pelo qual o governador de Quebec passaria a controlar grande parte das terras do centro-oeste.

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